Queda de cabelo: quando é normal e quando buscar ajuda



 Terapeuta capilar explica os sinais de alerta que indicam desequilíbrio no couro cabeludo e reforça: queda excessiva não deve ser tratada como algo “normal”

Perder fios de cabelo diariamente é esperado — o ciclo natural do organismo elimina entre 50 e 100 fios por dia. Mas quando essa perda se torna excessiva, perceptível no travesseiro, no ralo do chuveiro ou ao passar a mão nos cabelos, é hora de investigar. De acordo com a Terapeuta Capilar Letícia Motta, fundadora do The Jazz e criadora de um método próprio de tratamento, muitas mulheres chegam ao seu estúdio já emocionalmente abaladas, depois de meses tentando soluções paliativas.

“Queda acentuada não é algo para normalizar ou ignorar. O cabelo é um reflexo do que está acontecendo dentro do corpo e no couro cabeludo. Quando o ecossistema capilar está em desequilíbrio — seja por oleosidade, inflamação, intoxicação ou estresse — os fios começam a cair com mais intensidade”, explica Letícia.

Com mais de três mil clientes atendidas desde 2010, Letícia desenvolveu o Método The Jazz, que começa com uma etapa essencial: o diagnóstico minucioso do couro cabeludo. Nessa fase inicial, são avaliados fatores como hábitos de vida, saúde emocional, rotina de cuidados, alimentação e sinais físicos da pele e dos fios. A partir daí, é elaborado um plano de tratamento individualizado, que visa reequilibrar o couro cabeludo, estimular os folículos e recuperar a saúde capilar — sem remédios, dor ou intervenções invasivas.

Segundo ela, existem diferentes tipos de queda, e cada um requer uma estratégia específica. “Pode ser uma queda aguda, causada por estresse ou eventos pontuais; crônica, quando se estende por mais de seis meses; androgenética, que tem origem genética; ou ainda várias patologias associadas. Todas merecem atenção, e quanto mais cedo forem tratadas, maiores as chances de reversão.”

Letícia também destaca os sinais que merecem atenção imediata: coceira persistente, caspa, sensação de couro cabeludo sensível, oleosidade em excesso e afinamento dos fios. “Se a mulher sente que o cabelo está diferente do que costumava ser, já é um indicativo de que algo está acontecendo. Esperar só piora o quadro e afeta, além da estética, a autoestima e o bem-estar.”

Letícia Mota é Terapeuta Capilar, especialista em reequilíbrio do couro cabeludo e referência em cuidados personalizados no The Jazz — espaço exclusivo com unidades em Belo Horizonte. Com linguagem acessível, experiência prática e escuta empática, ela é uma fonte ideal para matérias que abordam saúde capilar, autoestima feminina, envelhecimento e bem-estar.

Fonte: Letícia Motta – Terapeuta Capilar, fundadora da The Jazz, desenvolvedora de um método exclusivo de tratamento capilar: o método The Jazz.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Curso de Cerâmica Miguel Burnier promove palestra gratuita sobre divulgação nas redes sociais, no dia 13 de maio

Restaurante Pacato lança menu degustação que muda semanalmente, assinado e preparado por Caio Soter

Histórias - O Show do Século reúne os maiores nomes do sertanejo em BH